Bem-vindo à SPPC 2021

Mensagem da Presidente da SPPC

A Sociedade Portuguesa e Patologia Clínica (SPPC) orgulha-se da sua longa história, que  é indissociável da história da Patologia Clínica em Portugal.

Com 10 Congressos Nacionais organizados, sempre com um sucesso crescente, a SPPC tomou a difícil decisão de não organizar o XI Congresso Nacional de Patologia Clínica, previsto para 2021. O atual contexto pandémico não permite reunir as condições necessárias para que a sua organização alcançasse os sucessos dos congressos anteriores.

A SPPC, centrada na sua missão da formação contínua e de promoção da excelência científica, optou assim por lançar, em 2021:

– Um ciclo anual de webinars, sobre as mais diversas áreas da Patologia Clínica. Aqui esperamos contar não só com a colaboração de palestrantes convidados pela SPPC, mas também com palestrantes convidados por outras entidades que desejem colaborar.

– Um curso on-line “Neoplasias linfóides de células maduras: o papel do patologista clínico no diagnóstico”, constituído por 6 módulos cada um com avaliação e classificação. Este curso é, principalmente, dirigido aos internos de patologia clínica, colmatando a carência de formação/estágios nesta área e permitindo a sua valorização curricular.

– A revista “Medicina Laboratorial”, com artigos relevantes abordando temas das principais áreas de conhecimento da Patologia Clínica, com especial destaque para a problemática do novo coronavírus SARS-CoV2/COVID-19. Iremos também publicar um livro de resumos.

Para o lançamento da revista “Medicina Laboratorial”, e de forma a torná-la interessante e inovadora, a SPPC decidiu abrir uma plataforma de submissão de artigos: serão convidados autores de reconhecido mérito nacional e internacional para publicarem na nossa revista as suas mais recentes descobertas, artigos de revisão bibliográfica e casos clínicos relevantes. Pretendemos que a revista tenha também entrevistas aos que viveram e vivem de perto esta pandemia, para assim poderem partilhar a sua experiência.

No momento atual, estes inovadores modelos permitirão enfatizar o papel central da Patologia Clínica na cadeia do conhecimento médico.
É nosso desejo e convicção que a revista “Medicina Laboratorial” e os Webinares se possam perpetuar no tempo.

Todas as informações relativas à revista e aos webinars estão disponíveis na página “www.saudevirtual.pt/patologiaclinica/”. Os contactos e pedidos de esclarecimento deverão ser efetuados através do mail “saudevirtual@saudevirtual.pt”.

Estando o início do ciclo de webinars já aprazado para Março, com uma sessão sobre SARS-CoV-2, é com enorme honra que vos convidamos a participar deste projeto pioneiro e crucial, numa época tão conturbada. O vosso contributo fará seguramente do ciclo de webinars e da revista duas iniciativas com o sucesso que a nossa especialidade merece.

Maria José Rego de Sousa

Inscreva-se

Comissão Organizadora

Maria José Sousa (Prof. Dra.)
Patologia Clínica
Paulo Paixão (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Luís Martins (Dr.)
Patologia Clínica
João Mariano Pego (Dr.)
Patologia Clínica
Helena Brizído (Dra.)
Patologia Clínica
Sandra Paulo (Dra.)
Patologia Clínica
Augusto Machado (Dr.)
Patologia Clínica

Comissão Científica

António Robalo Nunes (Prof. Dr.)
Imuno-Hemoterapia
Carlos Cortes (Dr.)
Patologia Clínica
Carlos Eduardo Ferreira (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Esmeralda Neves (Dra.)
Patologia Clínica
Fernando Rodrigues (Dr.)
Patologia Clínica
Germano de Sousa (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Helena Alves (Dra.)
Imuno-Hemoterapia
Helena Brizído (Dra.)
Patologia Clínica
Helena Ramos (Prof. Dra.)
Patologia Clínica
João Faro Viana (Dr.)
Patologia Clínica
João Mariano Pego (Dr.)
Patologia Clínica
João Raposo (Dr.)
Hematologia
João Tiago Guimarães (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
José Melo Cristino (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Luís Martins (Dr.)
Patologia Clínica
Maria José Sousa (Prof. Dra.)
Patologia Clínica
Ozkam Alatas (MD. PhD)
Clinical Biochemistry
Patrick Twomey (MD. PhD)
Chemical Pathologist
Paulo Paixão (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Roberto Verna (MD. PhD)
Sandra Paulo (Dra.)
Patologia Clínica
Santiago Prieto Menchero (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Siraj Misbah (MD.PhD)
Patologia Clínica
Vesna Kusec (MD. PhD)
Laboratory Medicine

OS  NOSSOS SPEAKERS

Ana Paula Azevedo (Prof. Dra.)
Patologia Clínica
Ana Paula Castro (Dra.)
Patologia Clínica
Anália Carmo (Prof. Dra.)
Patologia Clínica
Augusto Machado (Dr.)
Patologia Clínica
Cândido Silva (Dr.)
Patologia Clínica
Catarina Correia (Dra.)
Genética
Carlos Fernández de Larrea (MD. PhD)
Hematologia
Cátia Iracema Morais (Dra.)
Patologia Clínica
Carmen Quiñones-Torrelo (MD. PhD)
Bioquímica Clínica e Patologia Molecular
Duska Tjesic-Drinkovic (MD. PhD)
Pediatrics
Filipa Marques (Dra.)
Medicina Interna
Gisela Fragoso (Dra.)
Patologia Clínica
Helena Gomes (Dra.)
Imuno-Hemoterapia
Inês Sousa Silva (Dra.)
Geneticista
Inês Machado (Dra.)
Imuno-Hemoterapia
Katja Dumic Kubat (MD. PhD)
Endocrinology
Maja Baretic (MD. PhD)
Endocrinology
Maria João Brito (Dra.)
Pediatria
Maria Jorge Arroz (Dra.)
Patologia Clínica
Maria José Teles (Dra.)
Patologia Clínica
Patrick Twomey (MD. PhD)
Chemical Pathologist
Matthias Orth (Prof. Dr.)
Patologia Clínica
Pedro Póvoa (Prof. Dr.)
Medicina Intensiva
Rui Diniz (Dr.)
Oncologia Médica
Rui Tomé (Dr.)
Patologia Clínica
Siraj Misbah (MD.PhD)
Patologia Clínica
Susete Simões (Dra.)
Med. Geral e Familiar
Stelios Chatzipanagiotou MD. PhD
Teresa Gago (Dra.)
Patologia Clínica
Vesna Kusec (MD. PhD)
Laboratory Medicine

Webinares – Programa

  • Laboratório de Micologia: O que nos une, o que nos faz estar aqui
    Laboratório de Micologia: O que nos une, o que nos faz estar aqui
    15:00 - 17:00

    Laboratório de Micologia: o que nos une, o que nos faz estar aqui

    O webinar tem como principais objectivos transmitir os princípios básicos da identificação de fungos filamentosos num Laboratório de Micologia Médica. Serão abordados os seguintes temas:
    • A colheita de amostras: qualidade/quantidade, a preparação do doente, o transporte da amostra e seu processamento laboratorial;
    • Tempos e temperaturas de incubação da amostra semeada;
    • Métodos de identificação de fungos;
    • Noções de taxonomia e a implicação das novas tecnologias (biologia molecular) na evolução da taxonomia;
    • Noções de epidemiologia da infeção fúngica;
    • Apresentação de casos clínicos.

    speaker Moderadores - Dr. João Mariano Pego

  • Laboratório de Micologia: o que nos une, o que nos faz estar aqui
    Laboratório de Micologia: o que nos une, o que nos faz estar aqui
    15:00 - 17:00

    speaker Dr. Rui Tomé - CHUC | Prof. Anália Carmo

  • Laboratory and Clinical approach to Hormone tests (UEMS-EBLM)
    Laboratory and Clinical approach to Hormone tests (UEMS-EBLM)
    17:30 - 19:30
    Laboratory tests in endocrinology provide quick results, and modern technology is easy to use with reasonable costs. Availability and widespread use of immunoassay-based hormone tests has also recognized analytical problems, differences between results of laboratories and manufacturers, affecting comparison of test results and impairing quality of health care. International professional societies and workgroups undertake activities to harmonize measurement methods and recommend referent methods, define hormone forms of diagnostic importance, reference (standard) material for calibration and traits for referent populations for reference intervals. Mass spectrometry is mostly the reference method, and immunoassays need to be calibrated according to reference material and reference method. Calibration against reference method should improve the performance of automated immunoassays. The most common problems and limitations of immunoassays for hormone measurement will be discussed which may cause unexpected results or incongruence with clinical presentation. Some of these problems can be solved by the laboratory professional. Future for laboratory endocrinology seems to be better with possibilities of availability and cost-effectiveness of mass spectrometry, providing a more accurate and precise result in hormone measurement. Another interesting option in hormone measurement is point-of-care technology for diagnosis in doctors’ office, fieldwork and during surgery for confirmation of successful operation. Awareness of limitations of routine measurement methods has introduced “assay problem” as differential diagnosis. Clinical aspect of hormone tests will be discussed on two appropriate examples, challenges in the interpretation of TSH tests in adults, and evaluation of hormone tests in diagnosis and monitoring of congenital adrenal hyperplasia.

    speaker Moderadores - Dra. Sandra Paulo | Dra. Ceyda Kabaroğlu

  • Understanding limitations of hormone assays
    Understanding limitations of hormone assays
    17:30 - 18:00
    Laboratory tests in endocrinology provide quick results, and modern technology is easy to use with reasonable costs. Availability and widespread use of immunoassay-based hormone tests has also recognized analytical problems, differences between results of laboratories and manufacturers, affecting comparison of test results and impairing quality of health care. International professional societies and workgroups undertake activities to harmonize measurement methods and recommend referent methods, define hormone forms of diagnostic importance, reference (standard) material for calibration and traits for referent populations for reference intervals. Mass spectrometry is mostly the reference method, and immunoassays need to be calibrated according to reference material and reference method. Calibration against the reference method should improve the performance of automated immunoassays. The most common problems and limitations of immunoassays for hormone measurement will be discussed which may cause unexpected results or incongruence with clinical presentation. Some of these problems can be solved by laboratory professional. The future for laboratory endocrinology seems to be better with the possibilities of availability and cost-effectiveness of mass spectrometry, providing a more accurate and precise result in hormone measurement. Another interesting option in hormone measurement is point-of-care technology for diagnosis in doctors’ office, fieldwork and during surgery for confirmation of successful operation. Awareness of limitations of routine measurement methods has introduced “assay problem” as differential diagnosis. The clinical aspect of hormone tests will be discussed on two appropriate examples, challenges in the interpretation of TSH tests in adults, and evaluation of hormone tests in diagnosis and monitoring of congenital adrenal hyperplasia.

    speaker Vesna Kusec, MD. PhD

  • Pitfalls in  interpretation of TSH; a clinician’s perspective
    Pitfalls in  interpretation of TSH; a clinician’s perspective
    18:00 - 18:30
    Pitfalls in the interpretation of TSH; a clinician perspective The thyroid gland plays a major role in metabolism, growth and development. It helps to regulate many body functions by releasing thyroid hormones (thyroxine and triiodothyronine) into the bloodstream. Hypothalamic–pituitary–thyroid axis regulates secretion by negative feedback loop; hypothalamus senses low circulating levels of thyroid hormones and responds by releasing thyrotropin-releasing hormone. It stimulates the anterior pituitary to produce thyroid-stimulating hormone (TSH). The TSH, in turn, stimulates the thyroid to produce thyroid hormone until levels in the blood return to normal. TSH is a cornerstone of thyroid regulation. Clinically, TSH is used to help diagnose thyroid disorders, to monitor treatment of hypothyroidism and hyperthyroidism, to screen newborns for congenital hypothyroidism and to distinguish primary vs. secondary thyroid disease (or sick euthyroid syndrome) using for the interpretation of other hormones. The TSH typically takes six to eight weeks to accurately reflect thyroid hormone status after a change in therapy. In this lecture, beyond the described background of TSH secretion, clinical pitfalls in the interpretation of TSH are presented through 6 different clinical cases.

    speaker Maja Baretic, MD. PhD

  • Tests for congenital adrenal hyperplasia
    Tests for congenital adrenal hyperplasia
    18:30 - 19:00

    speaker Prof. Katja Dumic Kubat

  • Wonderful Vitamin D (UEMS-EBLM)
    Wonderful Vitamin D (UEMS-EBLM)
    17:30 - 19:00
    Besides the well-recognised function of vitamin D on the skeleton, also extraskeletal actions and association of hypovitaminosis D with disorders of all body systems have been acknowledged. Some mechanisms of action are at least partly explained, e.g.: immunomodulatory effect by stimulation of the innate and suppression of adaptive immunity, anti-inflammatory actin by suppression of proinflammatory cytokines,  stimulation of differentiation and apoptosis in some malignant cell models, etc. Studies on vitamin D deficiency in various diseases have not been supported by causative associations in prospective clinical trials and meta-analyses, and hypovitaminosis D can be considered as the consequence of diseases. The interest to establish hypovitaminosis D, regardless of clinical decision criteria (<50 nmol/L or <75 nmol/L) is in epidemic proportions. Commercial production of assays for 25-OH D and automatization enabled easy access to 25-OH D measurement as an indicator of vitamin D hypvitaminosis. Differences between methods and different manufacturers and disparities in results also became apparent to the medical community. Consequently, actions were initiated to standardize reference measurement methods and reference standards by several international institutions in 2010. To ensure progress in quality, proficiency testing was established by an independent group of experts (DEQAS). In comparison to the gold standard (tandem mass spectrometry), none of the commercial assays performs currently with high reliability. In consequence, clinical assessment of hypovitaminosis D and vitamin D therapy monitoring must take into account methodological limitations. The webinar will also cover the classical use of vitamin D in the prevention and treatment of rickets, and discuss current and national guidelines for detection of hypovitaminosis D and its treatment in the pediatric population.

    speaker Moderadores - MD. PhD Roberto Verna | Prof. Dr. João Tiago Guimarães

  • Vitamin D – challenges (non-classical function and assay problems)
    Vitamin D – challenges (non-classical function and assay problems)
    17:30 - 18:00
    Besides the well-recognised function of vitamin D on the skeleton, also extraskeletal actions and association of hypovitaminosis D with disorders of all body systems have been acknowledged. Some mechanisms of action are at least partly explained, e.g.: immunomodulatory effect by stimulation of the innate and suppression of adaptive immunity, anti-inflammatory actin by suppression of proinflammatory cytokines,  stimulation of differentiation and apoptosis in some malignant cell models, etc. Studies on vitamin D deficiency in various diseases have not been supported by causative associations in prospective clinical trials and meta-analyses, and hypovitaminosis D can be considered as the consequence of diseases. The interest to establish hypovitaminosis D, regardless of clinical decision criteria (<50 nmol/L or <75 nmol/L) is in epidemic proportions. Commercial production of assays for 25-OH D and automatization enabled easy access to 25-OH D measurement as an indicator of vitamin D hypvitaminosis. Differences between methods and different manufacturers and disparities in results also became apparent to the medical community. Consequently, actions were initiated to standardize reference measurement methods and reference standards by several international institutions in 2010. To ensure progress in quality, proficiency testing was established by an independent group of experts (DEQAS). In comparison to the gold standard (tandem mass spectrometry), none of the commercial assays performs currently with high reliability. In consequence, clinical assessment of hypovitaminosis D and vitamin D therapy monitoring must take into account methodological limitations. The webinar will also cover the classical use of vitamin D in the prevention and treatment of rickets, and discuss current and national guidelines for detection of hypovitaminosis D and its treatment in the pediatric population.

    speaker Vesna Kusec, MD. PhD

  • Established use of vitamin D in children
    Established use of vitamin D in children
    18:00 - 18:30

    speaker Duska Tjesic-Drinkovic, MD. PhD

  • Doença Intersticial Pulmonar
    Doença Intersticial Pulmonar
    17:30 - 19:30

    speaker Moderadores - Dra. Ana Paula Cruz | Dra. Esmeralda Neves

  • Análise celular do Lavado Broncoalveolar na Doença Intersticial do Pulmão: Metodologia e utilidade clínica
    Análise celular do Lavado Broncoalveolar na Doença Intersticial do Pulmão: Metodologia e utilidade clínica
    17:30 - 18:15
    A análise celular do líquido da Lavagem Broncoalveolar (LBA) constitui uma ferramenta útil no diagnóstico, orientação terapêutica, prognóstico e interpretação etiopatogénica das Doenças Intersticiais do Pulmão.

    speaker Dra. Gisela Fragoso | Dra. Sofia Neves

  • Casos Clínicos
    Casos Clínicos
    18:15 - 19:00
    Para esta apresentação, foram selecionados casos clínicos ilustrativos de patologias em que os achados do estudo citológico e imunofenotípico do lavado broncoalveolar contribuem para o diagnóstico. Os participantes terão oportunidade de participar de forma interativa. No final da apresentação, os participantes devem ser capazes de identificar algumas alterações frequentes do lavado broncoalveolar e ter consolidado as indicações e utilidade clínica deste procedimento.

    speaker Dra. Cátia Iracema Morais | Dra. Lídia Branco

  • Referenciação automática no diagnóstico da anemia
    Referenciação automática no diagnóstico da anemia
    17:30 - 19:00

    Webinar organizado por Vifor Pharma

    Os conteúdos apresentados neste webinar, são da inteira responsabilidade do organizador.
    A SPPC não representa qualquer marca ou produto aqui apresentados.
     

    speaker Moderadores: Dra. Helena Brízido - SPPC | Prof. Dr. António Robalo Nunes - AWGP

  • Referenciação automática no diagnóstico da anemia
    Referenciação automática no diagnóstico da anemia
    Apesar de a anemia ter um considerável impacto na qualidade de vida do doente, e do seu diagnóstico ser simples e acessível, 1 em cada 5 portugueses sofrem silenciosamente desta condição. É, portanto, importante dinamizar e implementar estratégias e processos que visem um diagnóstico mais célere e automatizado da anemia na prática clínica. Foi com esse objetivo que os Serviços de Patologia Clínica e de Imunohemoterapia do Hospital Fernando da Fonseca colaboraram no desenvolvimento de uma aplicação informática de referenciação automatizada dos doentes com critérios para diagnóstico de anemia. Conheça em pormenor esta colaboração e o respetivo projeto durante este Webinar.

    speaker Dra. Luísa Sancho - Dir. Serv Pat. Clínica (HFF) | Dra. Diana Mendes - Dir. Serv. Imunohemoterapia (HFF)

    • Abordagem algorítmica dos testes da coagulação
      Abordagem algorítmica dos testes da coagulação
      15:00 - 16:00

      Abordagem Algorítmica dos Testes da Coagulação - desde a fase pré-pré analítica.

      Os testes da coagulação têm características próprias, muitas vezes desconhecidas dos clínicos e que podem originar diagnósticos ou medidas terapêuticas incorretas. Tipicamente os laboratórios concentram os seus esforços em 3 fases do processo analítico, a fase pré analítica, a fase analítica e a fase pós analítica. Garantem assim as regras de colheita, de transporte, de execução das técnicas e transmissão dos resultados, garantindo resultados laboratorialmente precisos, confiáveis e em tempo útil. Também, atualmente, com a facilidade dos pedidos eletrónicos, com o aparecimento de mais testes e com o aparecimento de novos anticoagulantes com interferência em várias técnicas, a razão entre o número de testes pedidos e o número de testes clinicamente úteis tem aumentado drasticamente e seguramente têm aumentado também os erros de interpretação. Será apresentada a nossa experiência no CHLO: As medidas adoptadas, a nível de todo o processo analítico desde o pré-pré analítico ao pós-pós analítico, para valorização das respostas de maneira a melhorar o processo de diagnóstico, evitar diagnósticos errados, diminuir o tempo para o diagnóstico e levar a uma melhor utilização do laboratório.

      speaker Moderadores - Dr. João Mariano Pego

    • Abordagem algorítmica dos testes da coagulação: desde a fase pré-pré analítica
      Abordagem algorítmica dos testes da coagulação: desde a fase pré-pré analítica
      15:00 - 16:00

      Abordagem Algorítmica dos Testes da Coagulação - desde a fase pré-pré analítica.

      Os testes da coagulação têm características próprias, muitas vezes desconhecidas dos clínicos e que podem originar diagnósticos ou medidas terapêuticas incorretas. Tipicamente os laboratórios concentram os seus esforços em 3 fases do processo analítico, a fase pré analítica, a fase analítica e a fase pós analítica. Garantem assim as regras de colheita, de transporte, de execução das técnicas e transmissão dos resultados, garantindo resultados laboratorialmente precisos, confiáveis e em tempo útil. Também, atualmente, com a facilidade dos pedidos eletrónicos, com o aparecimento de mais testes e com o aparecimento de novos anticoagulantes com interferência em várias técnicas, a razão entre o número de testes pedidos e o número de testes clinicamente úteis tem aumentado drasticamente e seguramente têm aumentado também os erros de interpretação. Será apresentada a nossa experiência no CHLO: As medidas adoptadas, a nível de todo o processo analítico desde o pré-pré analítico ao pós-pós analítico, para valorização das respostas de maneira a melhorar o processo de diagnóstico, evitar diagnósticos errados, diminuir o tempo para o diagnóstico e levar a uma melhor utilização do laboratório.

      speaker Dra. Teresa Gago

    • Oncogenómica: cancro da mama
      Oncogenómica: cancro da mama
      17:30 - 19:00

      speaker Moderadores - Prof. Ana Berta Sousa

    • Cancro da mama e ovário hereditário
      Cancro da mama e ovário hereditário
      17:30 - 18:00
      O Cancro da mama é o cancro mais frequente em mulheres em todo o mundo, com um risco absoluto de 12.5% aproximadamente, e é ainda a principal causa de morte por cancro em mulheres Portuguesas, com 36.5/100,000 casos reportados em 2019. O cancro do ovário, apesar de pouco frequente (cerca de 2%), apresenta uma elevada taxa de mortalidade sendo a 8ª causa de morte por cancro na mulher em todo o mundo. A maior parte dos casos são esporádicos, no entanto a predisposição hereditária é responsável por 5 a 10% dos casos da mama, e 10% no caso do ovário, em particular as mutações germinativas de alta penetrância nos genes BRCA1 e BRCA2. As alterações dos genes BRCA1 e BRCA2 não estão apenas associadas a cancro da mama ou do ovário. Também poderão associar-se a cancro da próstata, pâncreas, entre outros. Os testes genéticos de susceptibilidade têm uma importância fulcral para identificar indivíduos com predisposição genética para o cancro da mama e do ovário, para que se possam estabelecer medidas de vigilância e prevenção de forma a conduzirem a uma efectiva redução da morbilidade e mortalidade relacionadas com a doença. Em paralelo, os avanços na genética têm permitido identificar alvos de terapêutica dirigida, que possibilitam opções mais individualizadas de tratamento e prognóstico (Medicina Personalizada), muitas dos quais já são recomendados na prática clínica.Cancro da mama e ovário hereditário

      speaker Dra. Inês Silva - Genética - Centro Med. Laboratorial Germano de Sousa

    • Casos Clínicos
      Casos Clínicos
      18:00 - 18:30

      speaker Dr. Rui Dinis - Oncologia Médica - Hospital Évora

    • Distúrbios da Hemostasia em Covid-19
      Distúrbios da Hemostasia em Covid-19
      17:30 - 19:00
      O vírus SARS-Cov-2, é um vírus RNA, que, apesar de apresentar uma grande semelhança genética com o SARS-Cov responsável pela pandemia de 2002-2003, tem manifestações clínicas diferentes nas suas formas graves. As descrições iniciais de que os doentes com alterações da coagulação tinham pior prognóstico, foram posteriormente confirmadas em múltiplos casos, que têm vindo a identificar uma série de complexos eventos envolvendo polimorfismos genéticos, resposta imunitária e inflamação exacerbada, coagulação alterada, tempestades de citocinas,  activação de neutrófilos, trombocitopenia, autoimunidade. A fronteira de responsabilidades entre a acção do vírus e a genética do hospedeiro bem como a sua resposta à infecção, está ainda por esclarecer completamente. Neste webinar pretende-se abordar as questões relativas à imunogenética do hospedeiro e sua repercussão nos distúrbios da coagulação em Covid-19, bem como as medidas profiláticas de tromboembolismo e uso de plasma convalescente em Covid-19.

      speaker Moderadores: Dra. Helena Alves | Dr. Álvaro Monteiro

    • Prevenção de tromboembolismo em pandemia COVID-19
      Prevenção de tromboembolismo em pandemia COVID-19
      17:30 - 18:00

      speaker Dra. Inês Machado - Imuno-hemoterapia - CHVNG/E

    • Plasma convalescente no tratamento das alterações da coagulação em doentes COVID-19
      Plasma convalescente no tratamento das alterações da coagulação em doentes COVID-19
      18:00 - 18:30

      speaker Dra. Helena Gomes - Imuno-hemoterapia - CHUSJ

    • Oncogenómica uro-oncológica
      Oncogenómica uro-oncológica
      17:30 - 19:00

      speaker Moderadores - Dr. José Germano de Sousa

    • Oncogenómica Uro-oncológica
      Oncogenómica Uro-oncológica
      17:30 - 18:00

      Os cancros da próstata e da bexiga estão entre os cancros mais comuns em Portugal, sendo o cancro da próstata o segundo cancro mais frequentemente diagnosticado no mundo(30.7/100,000), e ainda a 4ª causa de morte por cancro em Portugal (10.6/100,000).

      Existem já várias mutações germinativas conhecidas como estando associadas a um risco aumentado de neoplasias urológicas, e muito do que é conhecido da genética nos cancros uro-oncológicos deriva de alterações genéticas bem caracterizadas em vários síndromes hereditários. Por exemplo, o Síndrome de Lynch está associado ao carcinoma urotelial do tracto urinário superior, para o qual já foi aprovado uma primeira terapia dirigida. Dentro da uro-oncologia é, no entanto, no cancro da próstata que o teste genético tem actualmente um maior impacto na vigilância e terapia dos pacientes. Alterações germinativas nos genes de reparação do ADN e no factor de transcrição HOXB13 estão associadas a cancro da próstata e são alvos de terapias direccionadas na prática clínica de hoje. Entre 12 a 16% dos pacientes com cancro da próstata avançado têm uma mutação hereditária associada a cancro da próstata, sendo as mutações mais frequentemente encontradas nos genes BRCA2 e ATM.

      Os testes genéticos de susceptibilidade têm uma importância fulcral para identificar indivíduos com predisposição genética para o cancro da próstata, para que se possam estabelecer medidas efectivas de vigilância e prevenção de forma a conduzirem a uma efectiva redução da morbilidade e mortalidade relacionadas com a doença. Em paralelo, os avanços na genética têm permitido identificar alvos de terapêutica dirigida, que permitem opções mais individualizadas de rastreio, tratamento e prognóstico, muitas dos quais já são recomendados na prática clínica.

      speaker Dra. Catarina Correia - Genética - Centro Medicina Laboratorial Germana de Sousa

    Curso Online

    NEOPLASIAS LINFÓIDES DE CÉLULAS MADURAS

    O papel do patologista clínico no diagnóstico

    CURSO NEOPLASIAS LINFÓIDES DE CÉLULAS MADURAS B-T-NK

    As neoplasias linfóides consistem num grupo de doenças clonais que atingem as células B, T e NK em vários estádios de diferenciação.

    As neoplasias linfóides de células maduras B constituem mais de 90% dos casos de neoplasias linfóides em todo o mundo e correspondem a cerca de 4% dos novos casos de neoplasia em cada ano. Por outro lado, as neoplasias de células maduras T e NK são pouco comuns.

    Estes grupos de neoplasias incluem um elevado número de entidades diagnósticas distintas, tal como está patente na classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), revista em 2016 e validada por diversos estudos internacionais. Esta classificação resulta de uma abordagem multidisciplinar integrada, tendo por base os aspetos clínicos, morfológicos, imunofenotípicos e genéticos, englobando os dados recolhidos ao longo dos últimos anos, na sequência do desenvolvimento e recurso a tecnologias mais avançadas. A subdivisão mais detalhada destas várias entidades tem permitido a adoção de estratégias terapêuticas mais direcionadas e eficazes, com impacto a nível prognóstico.

    O objetivo principal deste curso consiste na integração dos aspetos clinico-laboratoriais relevantes na abordagem das neoplasias linfóides de células maduras B, T e NK, com vista à aquisição de conhecimentos e competências na avaliação destas patologias.  Neste âmbito, será dado particular enfoque aos dados do hemograma e aos estudos citológico e imunofenotípico do sangue periférico, medula óssea e líquidos biológicos, na avaliação das várias patologias.

    Os dados do hemograma e a citologia do sangue periférico e da medula óssea têm um papel de primordial importância no diagnóstico de muitas doenças hematológicas. Na prática clínica, a exploração morfológica do sangue periférico permite estabelecer um diagnóstico de suspeição ou de certeza na maioria das hemopatias. No caso das neoplasias linfóides de células maduras, o hemograma e a citologia do sangue periférico permitem, precocemente, a suspeita e a orientação da sua marcha diagnóstica.

    A citometria de fluxo multiparamétrica tem um papel fundamental no diagnóstico laboratorial de doentes com suspeita de doenças hemato-oncológicas, nomeadamente para excluir processos reativos, estabelecer o diagnóstico e avaliar a eficácia terapêutica através da pesquisa de doença residual. Trata-se de uma metodologia que utiliza anticorpos monoclonais ligados a fluorocromos, baseada na identificação de proteínas localizadas na membrana ou no interior das células viáveis existentes em muitos tipos de amostras, que permite identificar as diferentes populações celulares, normais/reativas ou patológicas.

    Ao longo dos seis módulos do curso os participantes serão desafiados para a análise de vários casos clínicos que lhes serão propostos. Em cada um destes casos clínicos, serão apresentados os dados do hemograma (quantitativos, alarmes qualitativos e gráficos celulares) e imagens citológicas, bem como os perfis imunofenotípicos ilustrativos das diferentes doenças. Cada uma destas entidades nosológicas será fundamentada teoricamente com referência às suas características principais, nomeadamente no que diz respeito à epidemiologia, fisiopatologia, expressão clínica, diagnósticos diferenciais e prognóstico, e serão reforçados os aspetos mais marcantes e cruciais relacionados com o diagnóstico laboratorial integrado.

    Faculty

    Prof. Dra. Ana Paula Azevedo – Curriculum Vitae

    Dr. Cândido Silva – Curriculum Vitae

    Dra. Maria Jorge Arroz – Curriculum Vitae

    • Neoplasias Linfóides de Células Maduras (Módulo 1)
      Neoplasias Linfóides de Células Maduras (Módulo 1)
      15:00 - 17:00
      • Definição/ Classificação das neoplasias linfóides de células B maduras
      • O hemograma e a citomorfologia
      • Conceitos gerais da citometria de fluxo, suas aplicações no diagnóstico da doença hematoncológica e seguimento após terapêutica
      • Leucemia linfocítica crónica

      Faculty Dr. Cândido Silva, Dra. Maria Jorge Arroz, Dra. Ana Paula Azevedo

    • Neoplasias Linfóides de Células Maduras (Módulo 6)
      Neoplasias Linfóides de Células Maduras (Módulo 6)
      15:00 - 17:00
      • Definição/ Classificação das neoplasias linfóides de células T/NK maduras
      • Leucemia prolinfocítica T
      • Leucemia de linfócitos grandes granulares T e NK
      • Síndrome de Sézary 

      Faculty Dr. Cândido Silva, Dra. Maria Jorge Arroz, Dra. Ana Paula Azevedo

    Avaliação e processo de avaliação

    A avaliação será efetuada online

    Será efetuada no inicio de cada módulo uma avaliação em relação aos conteúdos expostos no módulo anterior.

    O 7 módulo será unicamente para a avaliação relativa à matéria apresentada no módulo 6.

    A nota final resulta do somatório das avaliações parciais de cada módulo

    Regulamento para a Submissão de Trabalhos Científicos

    TEMAS: Patologia Química | Hematologia | Microbiologia | Imunologia | Genética Laboratorial | SARS CoV2

       
    • Não serão aceites resumos enviados por correio electrónico ou por qualquer outra via.

     
    • Data limite para envio de resumos: 2021/09/30.

    • A submissão de resumos para o SPPC 2021 obriga a que o autor que a realize esteja à data da submissão inscrito em pelo menos um webinar ou curso do SPPC 2021.

     
    • Os resumos submetidos para avaliação devem ser trabalhos originais e que não tenham sido publicados ou apresentados previamente noutros congressos, conferências ou outros eventos científicos.

     
    • A submissão do resumo implica o consentimento dos autores à SPPC, quanto a cedência do direito exclusivo de publicar e distribuir em suporte físico, electrónico ou em outros suportes o conteúdo do resumo.

    O resumo podem ser submetido em português e inglês, com excepção dos relatos de casos clínicos, deverá ser estruturado do seguinte modo:

    • Introdução

    • Objetivos e Metodologia

    • Resultados

    • Conclusões

     

    No momento da submissão eletrónica deverão ser obrigatoriamente preenchidos todos os campos previstos:

    • Título: Deverá estar em MAIÚSCULAS (máximo 100 caracteres, incluí espaços);

    • Autores: O nome do autor que realizar a apresentação do trabalho deverá estar indicado em primeiro lugar;

    • Instituição: Indicar o nome dos Serviços e Instituição aos quais os autores estão afiliados;

    • Resumo: Limitado a 3500 caracteres (inclui espaços).

     

    No fim do resumo deverá constar a Declaração de Conflito de Interesse de todos os autores.

    • A Comissão Científica (CC) irá avaliar, de forma independente e anónima, cada resumo submetido pelo que estes não deverão conter no seu texto referências que permitam identificar nem os autores, nem a Instituição de origem. A CC reserva-se o direito de seleção da forma de apresentação dos resumos selecionados (E-Poster ou Comunicação oral).

     
    • A aceitação ou recusa do trabalho submetido, será enviada via e-mail, explicitando o formato de apresentação E-Poster (publicado em site online, em livro de resumos online e/ou revista) ou Comunicação oral (online após webinar).

    Formulário para a Submissão de Trabalhos Científicos

    Deve utilizar unicamente o formulário a abaixo para submeter o seu trabalho

    Trabalhos submetidos por outra via não serão considerados

      Os trabalhos submetidos e selecionados sob a forma de E-poster, podem ser visualizados aqui.

      Regras para publicação na revista Medicina Laboratorial, revista da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica

      • A “Revista Medicina Laboratorial, Revista da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica”  (REVSPPC) é uma publicação científica, revista por pares, abrangendo temáticas relativas à Patologia Clínica. São publicados artigos editoriais (por convite a autor), artigos originais, artigos de revisão, casos clínicos, cartas ao editor e artigos que visam melhorar a Prática Clínica (recomendações e protocolos, por exemplo).

      • A REVSPPC terá a sua primeira edição em 2021 e é da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC) e subscreve os requisitos para apresentação de artigos a revistas biomédicas elaboradas pela Comissão Internacional de Editores de Revistas Médicas (International Committee of Medical Journal Editors), publicada originalmente e na íntegra inicialmente em N Engl J Med 1991; 324: 424-28.

      • A política editorial da REVSPPC segue as Recomendações de Política Editorial (Editorial Policy Statements) emitidas pelo Conselho de Editores Científicos (Council of Science Editors), disponíveis em https://www.councilscienceeditors.org/resource-library/editorial-policies/white-paper-on-publication-ethics/

      • A REVSPPC publica preferencialmente artigos escritos na língua portuguesa e inglesa. Caso os autores optem por submeter conteúdos noutras línguas, poderá ser solicitada a sua tradução para a língua inglesa. O rigor e a exactidão dos conteúdos, assim como as opiniões expressas, são da exclusiva responsabilidade do(s) autor(es).

      • Os artigos submetidos devem ser originais e não podem ter sido publicados previamente.

      • Os artigos publicados constituirão propriedade da revista, não podendo ser reproduzidos, no seu todo ou em parte, sem a prévia autorização dos editores.

      A REVSPPC segue os critérios de autoria recomendados pela ICMJE (disponíveis em http://www.icmje.org/icmje-recommendations.pdf), os quais se baseiam nos 4 critérios seguintes:

      1. Ter tido uma contribuição substancial no planeamento e concepção do trabalho, na colheita de dados, análise e interpretação dos resultados;

      2. Ter participado na redação do manuscrito ou na revisão crítica de conteúdo intelectualmente relevante;

      3. Ter aprovado a versão final a publicar;

      4. Assumir responsabilidade pelo trabalho e assegurar que todas as questões relacionadas com a sua integridade e rigor foram devidamente investigadas e resolvidas.

      Estes 4 critérios deverão abranger todos os elementos que forem designados autores, e todos aqueles que abranjam estes 4 critérios, deverão ser designados autores. Todos os elementos que tenham, de algum modo, contribuído para o manuscrito mas que não preencham os 4 critérios de autoria, deverão vir referidos na secção dos agradecimentos.

      A REVSPPC oferece aos autores um sistema de submissão e revisão de artigos a funcionar exclusivamente online. Acedendo ao website oficial da SPPC 2021 (www.saudevirtual.pt/patologiaclinica/), os autores poderão submeter os seus artigos seguindo as instruções fornecidas. Os autores serão notificados por email sempre que o(s) seu(s) artigo(s) sofra(m) alterações relevantes durante o processo editorial.

       

      Instruções aos autores

      • Para evitar atrasos no processo de revisão, leia cuidadosamente as instruções e assegure-se de que o seu manuscrito está de acordo com os requisitos da REVSPPC antes de submeter (número de palavras e formato).

      • Título do artigo: o título deve descrever brevemente o conteúdo do artigo. Não devem ser usadas abreviaturas. Deve ser indicado um curto título para rodapé.

      • Nome dos autores e afiliações

      • Informações do autor responsável pela correspondência: nome, morada, telefone e endereço electrónico

      • Resumo: com um máximo de 350 palavras ,deve incluir objectivos, material e métodos, resultados e conclusões. Para os casos clínicos o limite de palavras é 180.

       

      Tipos de artigo:

      • Editoriais: Os Editoriais serão solicitados por convite do Editor e constituirão comentários sobre tópicos actuais ou sobre artigos publicados na revista.

      Artigos de Revisão:

      • Os Artigos de Revisão não deverão exceder as 4000 palavras, 6 Tabelas ou Figuras e 100 referências

      Artigos Originais:

      • O texto dos Artigos Originais deve ser apresentado com uma Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão e Conclusão. Não deverá exceder as 4000 palavras, 6 Tabelas ou Figuras e 60 referências.

      Prática Clínica:

      • O texto dos artigos de Prática Clínica deve ser apresentado com uma Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão e Conclusão. Não deverá exceder as 4000 palavras, 6 Tabelas ou Figuras e 60 referências.

      Casos Clínico:

      • O texto dos Casos Clínicos deverá ser apresentado com uma Introdução, Caso Clínico e Discussão, acompanhado de figuras ilustrativas/tabelas (máximo de 6). Não deverá exceder as 2000 palavras e 25 referências.

      Cartas ao Editor:

      • As Cartas ao Editor deverão constituir um comentário critico a um artigo da Revista ou uma pequena nota sobre um tema ou caso clinico. O texto não deverá exceder as 600 palavras, uma Figura/Tabela e um máximo de 10 referências.

       

      Tabelas e Figuras:

      •  As Tabelas a inserir devem ser assinaladas no texto em numeração romana. Cada Tabela deverá possuir um título e não deverá apresentar linhas verticais. As linhas horizontais só deverão ser usadas como separadores de título e subtítulos. Todas as abreviaturas usadas devem ser explicadas na parte inferior da Tabela. As Figuras a inserir devem ser assinaladas no texto em numeração árabe e apresentar legendas. Cada Figura deve ser enviada em formato JPEG ou TIF de alta qualidade. O Editor reserva o direito de agrupar Figuras ou alterar o seu tamanho de modo a rentabilizar o uso da página.

       

      Referências:

      • As referências bibliográficas devem ser submetidas com formatação Vancouver e seguir as recomendações do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) (https://www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html), numeradas por ordem de entrada no texto e em superscript. As abreviaturas usadas na nomeação das revistas devem ser as utilizadas pelo Index Medicus. Nas Referências com 6 ou menos autores, todos devem ser nomeados. Nas Referências com 7 ou mais autores, devem ser nomeados os 6 primeiros seguidos de et al. As Referências correspondentes a trabalhos não publicados, apresentações ou observações pessoais, devem ser inseridas no próprio texto (em parenthesis) e não como referências convencionais. Os autores são responsáveis pela exactidão das Referências apresentadas. Seguem-se alguns exemplos de vários tipos de referências:

      Revista:

      • Nome(s) e iniciais do(s) autor(es). Título do artigo. Nome da Revista Ano; Volume: Página (s).

      Artigo publicado online (inserir DOI):

      • Nome(s) e iniciais do(s) autor(es). Título do artigo. Nome da Revista Published Online First: data. doi.

      Capítulo de livro:

      • Nome(s) e iniciais do(s) autor(es) do capítulo. Título do capítulo. In: Nome(s) e iniciais do(s) editor(es) medico(s). Título do livro. Cidade: Nome da casa editorial, ano de publicação: primeira a última página do capítulo

      Livro:

      • Nome(s) e iniciais do(s) autor(es). Título do livro. Cidade: Nome da casa editorial, ano de publicação: página(s).

      Documento electrónico:

      • Título do documento. http://address. Data de acesso.

       

      Agradecimentos:

      • Incluir nesta secção agradecimentos a pessoas que tenham contribuído para o trabalho mas sem autoria. Instituições ou fontes de apoio financeiro também poderão aqui ser indicadas.

      Os artigos submetidos são enviados a revisores especializados no tema do artigo. Concluída a revisão do artigo, os autores são notificados, recebendo os pareceres e comentários dos revisores acerca do estado do mesmo. Com base nesses pareceres, os autores deverão editar o artigo, corrigi-lo e resubmetê-lo para nova revisão.

      Critérios de Revisão

      • Os critérios de aceitação de um artigo para publicação têm em consideração a qualidade e originalidade do artigo apresentado, a excelência na redacção e organização do mesmo e o potencial impacto na literatura médica.

      • Todos os artigos aceites para publicação serão publicados na Revista em formato digital e, em caso de impressão de Revista, na Revista em formato impresso.

      Revisão de provas

      • Os autores dos artigos aceites para publicação poderão receber uma versão digital da prova do artigo para validação. Caso recebam, as provas devem ser revistas durante as 24h que sucedem a sua recepção. Os autores são responsáveis pela cuidada revisão do texto, Figuras, Tabelas, Legendas e Referências, e deverão contactar os Editores no caso em que sejam necessárias alterações. Apenas pequenas alterações e correcções tipográficas são permitidas nesta fase.

      Direitos de Autor

      • Após aceitação para publicação, os autores transferem para a REVSPPC os direitos de autor do manuscrito.

      Formulário para submissão na revista Medicina Laboratorial

        Regras Concurso de Fotografia SPPC 2021

        • A submissão de fotografias decorrerá até dia 30 de Setembro de 2021 e terá de ser obrigatoriamente efectuada on-line através do website oficial da SPPC 2021.

         
        • A submissão das fotografias terá de ser acompanhada por o preenchimento de todos os dados para submissão, nomeadamente: identificação do autor da fotografia, título da fotografia, data da fotografia, breve descrição da fotografia.

        Concluída a fase de submissão de trabalhos, as fotografias serão apreciadas pelo Júri que selecionará as três vencedoras.

         

        Júri do Concurso e Critérios

        • O júri será composto por dois membros da direcção da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC) e por três membros da comissão científica da “SPPC 2021”.

        • Serão considerados como critérios de seleção da melhor fotografia:

          • a qualidade da fotografia;

          • o enquadramento com o respetivo tema;

          • a originalidade de abordagem do mesmo.

        Os participantes deverão apresentar as fotografias com as seguintes especificidades:

         
        • Deverão ser fotografias originais;

         
        • Deverão estar relacionadas diretamente com Patologia Clínica e/ou temática COVID;

         
        • Deverão ser enviadas em formato JPEG com o máximo de 10Mb. Os participantes devem salvaguardar a versão original em alta resolução das imagens enviadas para o caso de serem selecionadas pelo júri com formato JPEG ou TIFF, com resolução de 300 dpi e com 4096 x 3072 pixéis de tamanho;

         
        • O nome do ficheiro digital de cada foto deve incluir os seguintes itens: número de fotografia submetida e nome do autor.

        • A participação no “Concurso de Fotografia SPPC 2021” implica a aceitação da cedência dos direitos das fotografias à SPPC, que as poderá utilizar em publicações e meios de divulgação da instituição, renunciando o autor a qualquer contrapartida financeira, ou de outra índole. A SPPC comprometesse a mencionar o nome do autor das fotografias nas utilizações que delas venha a fazer.

         
        • Para que a submissão da fotografia seja aceite o autor terá de estar inscrito e participar em pelo menos um dos webinars ou Curso do “SPPC 2021”.

         
        • Todos os trabalhos submetidos a concurso devem ser completamente originais e inéditos.

         
        • Os concorrentes são responsáveis pela originalidade dos trabalhos apresentados, garantem a sua autoria e assumem toda a responsabilidade decorrente de reclamações de terceiros no que diz respeito a direitos de autor e direitos conexos.

         
        • Não serão aceites a concurso fotografias compostas e imagens manipuladas digitalmente, assim como fotografias com qualquer outro artifício. As fotografias submetidas só serão aceites a concurso após a respetiva verificação de respeito pelas conformidades constantes neste regulamento.

        • Concluído o “Concurso de Fotografia SPPC 2021”, e com o apoio dos elementos do júri, a SPPC irá fazer uma seleção das fotografias que serão publicadas na revista “Medicina Laboratorial”, revista da Sociedade Portuguesa de Patologia clínica e que serão colocadas no site oficial da SPPC 2021 atempadamente.

         
        • Todos os participantes serão convidados para um debate final, sendo que lhes será comunicado por email se as fotografias submetidas fazem parte das selecionadas para exposição.

        • A divulgação dos vencedores e dos prémios realizar-se-á através do website oficial da SPPC 2021 até ao dia 31 de Outubro de 2021.

         
        • Serão premiado os três melhores trabalhos selecionados pelo júri do concurso.

        • A participação neste concurso é gratuita e implica a aceitação integral do presente regulamento. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo júri do “Concurso de Fotografia SPPC 2021”, única entidade competente para o efeito.

         
        • Eventuais esclarecimentos devem ser solicitados à SPPC através dos contactos disponíveis no website oficial da SPPC 2021.

        Formulário para Submissão de Fotografias

          Acreditação Científica

          Inscrições

          Membro SPPC - Full Program

          €100

          • Todos os WEBINARS

          • Submissão de trabalhos ou casos clínicos

          • Certificado de cada webinar

          Membro SPPC - 4 Webinars

          €50

          • 4 WEBINARS

          • Submissão de trabalhos ou casos clínicos

          • Certificado de cada webinar

          Não Membro - Full Program

          €150

          • Todos os WEBINARS

          • Submissão de trabalhos ou casos clínicos

          • Certificado de cada webinar

          Não Membro

          €20

          • 1 WEBINAR

          • Submissão de trabalhos ou casos clínicos

          • Certificado

          As inscrições encerram 48 horas antes de cada Webinar e reabrem após cada Webinar.

          Inscrições

          registing

          A confirmação por e-mail do seu registo só será efetuada com a recepção do comprovativo de pagamento.
          Se optou por se inscrever em 1 (um) webinar ou em 4 (quatro) webinars, entraremos em contacto para que nos diga quais os pretende participar.

          Pagamento deve ser efetuado por transferência bancária para a conta da SPCC

          (IBAN: PT50 0010 0000 0847 0110 0011 1)

          Deverá ser enviada para o secretariado uma cópia do comprovativo de pagamento devidamente identificada (nome e e-mail).

          Para emissão da fatura são necessários nome completo, NIF e morada.

          Envie para o e-mail: saudevirtual@saudevirtual.pt

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